Um treinamento resistido com pesos e que pode ser trabalhado com máquinas e/ou pesos livres: musculação, muito prazer! Esta atividade pode ser recomendada para idades variadas e objetivos diferentes, sejam eles, perda de gordura (emagrecimento), hipertrofia (aumento de massa muscular), ou até mesmo prevenir e tratar lesões e doenças.

30/07/2015

A Rabdomiólise não é um problema secreto

Na segunda edição da Revista MyBOX, Bob LeFavi, Ph.D. e professor de Medicina Esportiva na Universidade Armstrong Atlantic State, explica que não há razões para associar a rabdo, como a doença é conhecida popularmente, com os exercícios propostos pela CrossFit. A matéria completa você pode conferir nas bancas no dia 09 de janeiro, sexta-feira. Enquanto a nova edição não é lançada, fizemos uma introdução sobre o assunto para você. O que causa a doença? Tudo que provoca a ruptura da membrana da célula muscular pode causar a rabdomiólise, ou seja, traumas de lesões musculares, fraturas e até exposição à alta voltagem. Qualquer pessoa envolvida em exercícios de alta intensidade pode estar sujeita a desenvolver a doença e deve estar atenta à prática extenuante de atividades físicas. Se identificados cedo, a maioria dos casos de rabdo é reversível e pode ser tratada com sucesso. Em casos mais sérios a pessoa deve ser hospitalizada imediatamente, pois a doença pode levar à morte. Se a causa da rabdo em atletas é quase sempre por um nível excepcionalmente alto de lesões musculares, exercícios funcionais, ginásticos e de força existentes no programa da CrossFit não são o problema, pois estes são voltados para o desenvolvimento do bem-estar e da saúde. A implicação está em uma avaliação inadequada da capacidade do atleta para atender às demandas fisiológicas da atividade com sucesso. Podemos encontrar casos de rabdomiólise em qualquer atividade física de alta intensidade, mas os instrutores podem ter algumas atitudes que podem minimizar a possibilidade de seus atletas serem vítimas de tal problema. Matéria extraída do site myboxmag. Acesse o link abaixo e confira. http://www.myboxmag.com.br/a-rabdomiolise-nao-e-um-problema-secreto-do-crossfit/

30/07/2015

5 dicas para treinar durante o inverno.

Pois é, chegamos em um período do ano onde o box já não é mais aquele lugar quentinho e aconchegante (se não fosse aconchegante, não estaríamos lá todos os dias, certo?). Alguns dias sofremos com o chão frio, outros com a barra congelante e, ainda outros, nem levantamos da cama quando lemos “Run” no WOD. Por isso, separamos algumas dicas para você se preparar e se adaptar para os WODs durante o inverno. Antes de lista-las, lembre-se disso: o frio não é tão frio quando você está aquecido! 1. Use camadas de roupas Muitas pessoas aparecem para treinar vestindo apenas a roupa do treino, o que se resume em uma camiseta e bermuda. Para o verão, está perfeito. Mas, em vez de ficar tremendo durante o briefing do WOD, o mais correto é vestir algumas camadas de roupas para você ir tirando durante o treino. Por isso, use blusas e calças de moletom, camisetas de mangas longas, gorros, entre outros, e vá tirando até estar devidamente aquecido. 2. Aqueça-se A última coisa que queremos é começar o WOD frio. Isso vale para qualquer estação do ano. Seu corpo deve estar minimamente aquecido, com aquela gotinha de suor já escorrendo. Se você ficou sentado o dia todo no escritório e foi direto para o box, as chances de se machucar aumentam ainda mais sem a fase do aquecimento. Seu coach obviamente passará o warm up (por isso é importante chegar, no mínimo, no horário), mas algumas pessoas precisam de um pouco mais de tempo até que o corpo esteja 100% pronto. Se for o seu caso, pense em correr um pouco, remar por 500 metros, pular corda ou fazer alguns burpees antes do início da aula. Ainda, se você sentir que está esfriando durante a transição do warm up, skills e WOD, faça alguns squats ou skipping para manter a temperatura. 3. Vista-se novamente após o WOD Se você realizou o WOD “as prescribed”, seu corpo estará fervendo e suado, e a última coisa que quer é colocar um moletom ou gorro. Mas essa pode ser a grande diferença em ficar ou não fic

30/07/2015

Existe calçado ideal para a prática esportiva?

Hoje, com a grande procura por práticas esportivas de grande intensidade e o maior acesso a atividades fitness, é ainda mais importante que os praticantes se preocupem com os detalhes para alcançar maiores resultados e ter segurança diariamente. Com os calçados não é diferente, a escolha de um que seja adequado às práticas diárias ou em dias específicos é essencial e deve ser levada a sério. Para a comunidade fitness que se exercita em um misto de treinos que envolvem muita técnica e às vezes circuitos de grande intensidade, o calçado certo pode significar redução de lesões e maior rendimento. Como resolver com um tênis uma conta que leva em consideração os fatores individuais dos praticantes e a complexidade dos exercícios? Um tênis que dê mais firmeza, mobilidade do calcanhar, proteção contra torções, flexibilidade e adaptação, mas que ainda seja leve para corridas, saltos e perfeito para levantamentos de peso. Tanto no mercado nacional como no internacional, os tênis para pratica esportiva levam grande destaque com modelos que vão do minimalismo – mais liberdade com menor peso e boa flexibilidade – ao de alta complexidade e funções – estabilidade, amortecimento e mais itens para segurança e desempenho. O tênis é um item que deve ser pensado com bastante cuidado. Na hora de decidir é importante que o calçado seja adequado às suas necessidades. Converse com seu coach e colegas de box que praticam há mais tempo e veja a opinião deles também. Matéria extraída do site myboxmag. Acesse o link abaixo e confira. http://www.myboxmag.com.br/existe-calcado-ideal-para-a-pratica-esportiva/

20/10/2015

Saiba como se tornar um adepto da corrida

Democrática, desafiadora e repleta de benefícios para a saúde. Essas são apenas algumas das características que tornaram a corrida um dos esportes preferidos de muita gente. A prática cresce em ritmo acelerado: só neste ano, já reuniu mais de 20 mil atletas em provas realizadas pelas ruas do Rio Grande do Sul, segundo dados do Clube de Corredores de Porto Alegre (Corpa). E 2015 deve acabar com quase 30 mil inscritos em um total de 20 circuitos organizados ou com participação da entidade. Especialistas também fazem coro: a corrida contribui para a saúde principalmente dos músculos, do coração e dos pulmões e pode ser uma importante aliada para uma vida mais saudável. Mas, mesmo com tantas vantagens, é preciso ter atenção: por se tratar de um exercício intenso, exige preparação e pode não ser indicado para todo mundo. Como sair do sedentarismo e não abandonar os exercícios Para que serve a bandagem esportiva, opção que alivia dores e trabalha articulações de atletas Uma pesquisa publicada no Journal of the American College of Cardiology apontou, inclusive, que correr pode reduzir a expectativa de vida. James O'Keefe, cardiologista e um dos autores do estudo, analisou corredores entre 20 e 93 anos e concluiu que, nos casos em que a frequência de corrida e o pace (ritmo por quilômetro) eram muito altos, houve redução do tempo de vida. Segundo ele, a caminhada seria o exercício ideal para quem quer viver mais. Controvérsias à parte, em um ponto os especialistas são unânimes: para se tornar um adepto da corrida é preciso ter uma avalição do estado de saúde e respeitar as individualidades do organismo. Conheça, a seguir, os principais caminhos para a linha de chegada. Dê a largada Calçar um tênis e sair correndo parece uma atividade simples, mas não é. O exercício requer técnica e demanda preparo cardiorrespiratório e muscular. O primeiro passo é realizar uma boa avaliação médica para saber se seu corpo está preparado para correr e, assim, prevenir lesões.